segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Quero voar pra lua

Quero voar pra lua
serei ventos e asas coloridas
Quero carinho estrelar
Pra amenizar essa infinda saudade
Que arde em verbo vazio
Que me traz o grande desafio
Respirar conquistando a tua presença.

Manu Kelé!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A lua

A lua flutua no céu
Com o olhar de esperança
Dias crescentes de amor
Noites de carinho
Mar aberto
flores carmim
Teus sentidos em mim
Abrindo mar de alegria
Doce magia horizonte colorido.

Manu Kelé!

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dia na poesia

Era quase dia na poesia
As estrelas respiravam o melhor sonho
O verbo vibrava sintomas de paixão
Meu coração só pulsava tua imagem
No mar do desejo em onda virada
Meu anjo da guarda cantava teu nome.

Manu Kelé!

sábado, 20 de dezembro de 2014

Voo liberdade

Entre palavras azuis
Voo disperso
Flutuo soprando o verso
Que cabe na minha calma

Entre palavras verdes
Respiro esperança
Teu sorriso é dança
De quieta o sol

Entre palavras coloridas
Vou regendo a vida
Com uma certeza atrevida:
O destino quer você pra mim.

Manu Kelé!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Gosto de azul noturno

A saudade que se esconde atras do sol tem gosto de azul noturno!
Não consigo dormir sem pensar em você
Não consigo sonhar sem voar pelas cores da tua áurea
Não consigo acordar sem degustar o sabor da tua voz
Gravados na memória estão teus silêncios e toques
Gravada na minha alma está a tua energia
Doce magia que encanta o meu viver.

Manu Kelé!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Os pingos do verbo

O cheiro das palavras trazem um gosto de céu
Os pingos do verbo molham um verso pensado levemente
A mente quer pensar nada
Vazio segundo
Mundo alagado de silêncio
O vento anula o tempo
E tudo gira pra dentro de uma poesia tingida de cores atonais.

Manu Kelé!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cores brilhando no ar

Quero palavras molhadas pra esquentar a noite
Quero palavras aquecidas pra colorir o dia
Quero o verbo voando de emoção
O coração do poema batendo mais forte
A poesia vindo de dentro
Da alma com suas cores brilhando no ar.

Manu Kelé!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Tons de África

Cores musicais
Tons de África
Pele toda cor
Da mãe o amor.
Da dor lições de resistência
Da paciência a força Libertária
Ondas arbitraria da História
Tentaram nos deixar a margem
Mas toda hegemonia
É enfraquecida pela luta e fé
Salve Ifé bantos e males
Salve toda natureza
Saravá a entidades e Orixás.

Manu Kelé!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Poema concreto

Um poema concreto
Não é mole nem reto
Não é comum nem disperso
Não é simples nem complexo
Não esfria na inspiração
Ele ferve no coração
E sobe em larva aos céus das palavras
Acendendo o sol da emoção.

Manu Kelé!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Sete

Sete flores
Sete versos
Sete céus
Sete sóis
Flamejante amor
Que arde ao entardecer do desejo
De ser
Infinita poesia
Macias palavras
De dar asas a anjos barrocos!

Manu Kelé!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Pensava poesia

Enquanto eu pensava poesia
O verbo dormia feliz
Sonhava que jamais ficaria torto
Mas o pensamento de uma criança
Fez do seu sonho pesadelo
Fez dançar palavras coloridas
Voar arvores floridas
Silenciou o som da lua durante o dia inteiro
Mas quando chegou janeiro
A normalidade se instalou
O verbo acordou
E a poesia brincou desanimada
Com toda sua loucura trancada a sete chaves.

Manu Kelé!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Anjo

Tuas asas o sorriso
Meu verso toda cor
Tua presença eu respiro
O meu voo teu amor.

Manu Kelé!

domingo, 30 de novembro de 2014

Do outro lado

Do outro lado do azul
Verso outra cor
Verbo outra dor
Som da saudade em nós
Do lado de cá do verde
Do beijo a esperança
Do encontro nova dança
Sinestesia no ar.

Manu Kelé!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Verso fervido

As palavras certas entortam o juízo
De quem faz mal juízo das boas cores
As palavras erradas não dizem nada
Pra quem tem a certeza do caminho
As palavras são nada pra quem não quer ver
Cego é o que não escuta o som da inspiração
As palavras são o infinito
Quando um verso fervido saí pelo mundo a dentro
Esquentando um coração aprendiz.

Manu Kelé!



sábado, 22 de novembro de 2014

Verso sem idade

A poesia faz o verbo voar sem asas
As casas postas no céu
O azul flutuando no chão
Vira ponta cabeça a imaginação
E o coração degusta beleza e sensibilidade
De um verso sem idade num tempo sem fim.

Manu Kelé!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A culpa é mesmo das estrelas?

Não encontro encantamentos em palavras mortas
Todos os dias o silêncio atravessa o meu corpo em cores de minuta,
Por isso é melhor mesmo sentir poesia
O sol que dorme no mar
Acorda o outro lado do real,
É normal ver tudo perdido?
Tudo é bandido e mocinho?
A culpa é mesmo das estrelas?
Sei mais é de nada...
Vou me esquentar com o calor da lua
Que a rua do verbo tá repleta de incertezas.

Manu Kelé!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Florzinha

Florzinha com teu cheiro e cor
Minha dor vira poesia
Esse olhar de encantar o dia
Faz a magia do verbo acender
Queria mesmo ser abelhinha
Do teu polem provar
As energias renovar
Pra te cobrir de infinito carinho,

Manu Kelé!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Poeta passarinho

Lacrimejo versos secos cor de folhas tristes pois as palavras desse mundo sentirão uma imensa falta de Manoel de Barros!
Manu Kelé!

Quando estou Manoel de Barros

Estou sempre de braços abertos para as palavras por isso acho que as vezes sinto as cores pulsando no coração do verbo!

Manu Kelé!

Poema para Manoel de Barros

Não sou passarinho do verbo
Nem gaiola do verso
Nem tenho vocação pra desprezar as coisas mais simples
Dizer nada as vezes é melhor do que sentir raiva
No dia da gentileza se foi quem dava alma a palavras
Manoel se dizia de Barros
Mas ele era feito do vento suave de todas as cores!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Coração de Deus

O gosto das palavras atravessam a minha alma
Toda calma está por um fio
Mas o rio da inspiração não seca
Mesmo que chova canivete
Sou pivete de rua
Cobra criada.
Avoada é a sociedade que só pensa em ostentar
Como não querer mudar a cara da fome
Se todos os nomes dos cinco por cento que guardam a riqueza do mundo
Riem dos miseráveis
Imunda é toda acumulação
Pulsa nos olhos do diabo
Sangra no coração de Deus.

Manu Kelé!

Coração do verbo

As vezes passa por minha cabeça um vazio que nem cabe em palavras
Absurdo silêncio...
Incrível é a inspiração
Da mais absoluta calmaria
Faz pulsar a magia no coração do verbo.

Manu Kelé!

Sol

O sol dormiu
Mas a sua energia continua entre nós
Resplandecendo entre estrelas
Mesmo na noite mais sombria
O sol ainda guia o caminho da luz
Quando amanhã ele acordar
Sua poesia vai clarear
Involuntariamente
Todas as criaturas do universo.

Manu Kelé!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Janelas

As janelas do vento sopram as cores da palavra
As frechas do tempo abrem a imaginação
O coração desencanta a razão
E quando a poesia acorda
Faz dançar estrelas
Mesmo que a noite esteja repleta de dor
O som do amor
Vai fazer o sol sorrir
Na manhã macia os olhos de Deus se abrirá sobre nós.

Manu Kelé!

domingo, 9 de novembro de 2014

Gato preto

Sonhei que era um gato preto
Passeando por um telhado de palavras
Em cada pisada telhas viravam flores coloridas
Nas minhas atrevidas caminhadas
Chegava a lua
Brincava céu a fora com imensa bola
Mas quando sol saiu
Mesmo sem vê-lo
Soltei o novelo
E acordei com miados carinhosos no telhado...

Manu Kelé!

Flores da imaginação

Flores da imaginação
Perfume do real
Pensamento normal
Limiar da loucura
Rica é a poesia
Saí do nada
Pra fazer feliz
Aquele que quis encontrá-la.

Manu Kelé!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Mar de amor

Não precisa se esconder atras das letras
Você nem pensa palavra dengosa
Se a cor da rosa está transparente
Melhor abrir a mente
Sentir a verdade da poesia
Pois a melhor magia
É mesmo sem querer
Se inundar de um mar de amor no coração.

Manu Kelé!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Desejo molhado

Nave nuvem musical
Cores de nós
Derramadas horas
Vento suave
Poesia solta
Palavra liberta
Verbo encarnado
Desejo molhado
Lágrimas de alegria.

Manu Kelé!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Poesia livre

Sonho poesia livre
Que o verbo descanse
Que toda pessoa ame recitar.

Sonho poesia azul
Cruzeiro do sul
Mar estrelar

Sonho poesia girassol
Palavras em sol
Pensamento jazz

Sonho palavra voada
Asas encantadas
Sentimento no ar.

Manu Kelé

sábado, 1 de novembro de 2014

A poesia dorme

A poesia dorme
Pra acalmar o verbo
Fazer sonhar o verso
Colorir a fantasia
E acorda no outro dia
Pra encantar o calor do sol.

Manu Kelé!

Poema para Tia Luíza Jorge

Ela falava com os animais
Parecido São Francisco
Não media palavras pra dizer a verdade
Acolhia a todos com carinho na sua casa
Não parava de trabalhar
Cuidava das suas crias com empenho materno
Era uma mulher guerreira
Dessas que resiste
E só se  vai quando atende ao chamado de Deus
Descansa em paz Tia Luíza!

Manu Kelé!

Descomeço sem fim

Perdido entre palavras que ainda nem pensei,
Caminho pelo beco da vida,
Faz um silêncio de deixar tonta a poesia,
E nessa magia de encantar preguiça
Quero passar noite dia esquecido
De que nasci mortal,
Pois o mais normal é nem ser poeta
Principalmente quando a ceta do verbo aponta para um descomeço sem fim.

Manu Kelé!


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Um só querer

Não quero mentir
Nem medir palavras
O brilho de nós ao estarmos juntos
É visto universo a fora
Descansadas horas do verbo
Constelações de emoção
E nosso coração a cada segundo pulsa um só querer.

Manu Kelé

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Simplesmente

A suavidade das palavras
É poesia sem esforço
Deita de preguiça
Esquece o tempo
Traça no sopro do verbo a calmaria que o silêncio necessita pra existir
E por não querer insistir em criar poema
Vou deixar simplesmente a energia do universo atravessar minha alma.

Manu Kelé!

domingo, 26 de outubro de 2014

Sul da imaginação

A sede que tenho de palavra,
Me deixa de pote vazio,
Traço voo paradoxal no céu da criação,
Mas o coração do verbo se acalma,
Com o cheiro das flores cor arco-íris
Que vêm do sul da imaginação.

Manu Kelé!

sábado, 25 de outubro de 2014

A + B = C

Somar palavras pra dar igual a poesia é perder a magia do verso,
Peço que não se engane poesia não combina com tempo ou escravidão,
Temos é que esvaziar o coração de tudo que possa acorrentar a criatividade,
Respirar a verdade sem horas nem agonia
De um dia que nasce roçando todas as cores da inspiração na sua pele.

Manu Kelé!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Cacos

Cacos de palavras cortantes fazem sangrar a inspiração,
O coração ferve mar de desejo,
Não consigo acordar nesse sonho colorido,
Enquanto respiro pedaços de estrelas saem brilhando do meu nariz
E o que diz o amanhã?
O sol nascerá nova poesia?
Com o seu calor independente,
Para dementes e sãs
Batizadas ou pagãs,
Galãs ou desconhecidos de Deus?
Que a preguiça acalme essa poesia
Que detesta mais valia
E toda exploração capital.

Manu Kelé!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Nada é real

Invento asas de palavras
voo entre nuvens rosas
De um céu amarelo cheirando a alecrim
As vezes nada pra mim é real
Nem mesmo as palavras que constroem essa poesia.

Manu Kelé!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Amorezito

Não digo poema nem verso rasgado,
O gado que era meu o gato comeu,
Estremeceu mundo de injustiça
Derrubaram mata a dentro do pensamento
Meu alimento agora só desengano
Mas não vou mesmo entrar pelo cano
Se estou mesmo na Matrix maldigo o pensamento escravizante
Dou capoeira com a perna gigante da minha poesia
Me ponho em segundos livre no tempo e espaço.

Manu Kelé!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Seco

Estou seco de palavra
O verso virou deserto,
Te peço sopra o meu nome no ar,
Pra que o rio da inspiração volte a correr,
As flores voltem a girar
E tudo mais volte a ser o imenso
Maravilhoso mar de amar.

Manu Kelé!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Porta aberta

Que pedaços de poesia poderia te entregar?
Conchas de água marinha,
Lindas estrelas do mar?
Que retalho de sentimento cabe em teu coração?
O beijo que não te dei,
A doce emoção de esperar?
Que quadro formará nosso olhar?
Céu de desejo do encontro,
Quatro pontos de uma estrada solar?
Nem quero tecer reposta certa,
Quero ficar de porta aberta
Pra inspiração acontecer.

Manu Kelé!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Poema para João e Géssica


Vi no teu olhar um futuro de poesia,
Livre liberto
De lindas cores e som tocante,
Braços que alcançam o norte da vida,
Livro aberto pra começar,
Na linha da mão
O som do coração diz,
Serás feliz pois dentro de você resiste o possível.

Manu Kelé!

Inclusão

O tempo é bom?
O tempo é mal?
O ritmo é acelerado?
As vezes é sacal?
De pessoa pra pessoa
As vezes a mente voa
A concentração se esvai
É mesmo com paciência
Que a criatividade nunca se retrai
Disléxica complexa
Melhor não ter mesmo pressa
Toda criança pra ser contente
Precisa acreditar
Somos todos humanos
Pois o grande Deus nos fez nos seus planos
Diferentes e iguais.

Manu Kelé!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Palavras de desencantar a noite

Como não tenho palavras de desencantar a noite,
Melhor sentir o roçar das estrelas no olhar,
O perfume da lua diz que seu brilho é mágico,
O silêncio do sol que esta dormindo,
Acabará no som do seu primeiro raio,
Aí vou me entregar nos braços da vida
E numa atitude corajosa e atrevida,
Vou amar de forma intensa e verdadeira os que me rodeiam.

Manu Kelé!

sábado, 27 de setembro de 2014

Livre mente

A suavidade das palavras acalma a paixão?
O coração resiste o dengo e ao toque sincero?
Singelo é o poema que não quer desvendar os mistérios do gostar,
Melhor degustar a imaginação livre mente vento a fora!

Manu Kelé!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Variações

As variações de palavras
Não trazem a tona um poema perfeito
Melhor ter no peito uma paixão,
Voador sentimento,
Caminhos floridos,
E nos ouvidos
Melhor som de Egberto, Milton ou Tom.

Manu Kelé!

sábado, 20 de setembro de 2014

Lente

A lente que enxerga o verso é mais complexa que as palavras sentidas da boca pra fora!

Manu Kelé!

O carinho

Meu  coração voa leve palavra,
A razão ferve em paixão,
O labirinto se perdeu no caminho,
O carinho tomou conta da loucura,
E agora nesse sonho azul escuro,
Viajo entre nuvens perfumadas por ares
Desconhecidos de mares de um beijo que nunca te dei!

Manu Kelé!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Poema cansado

O poema tá tão cansado
Que o verbo quase não se movimenta,
Hiberna feito sucuri com boi no bucho,
Muxo muxo de flores descoloridas,
Procura a maciez de todo silêncio,
Pra deixar em sonho profundo,
Uma suposta lenta e vindoura inspiração.

Manu Kelé!

domingo, 14 de setembro de 2014

Como?

O encanto do mar está na imensidão?
O encanto de amar está no coração?
Como minha alma conseguirá tirar da memória a energia dos nossos corpos?
Como não fazer girar da entrega uma poesia perfeita?
Como não navegar em saudade ?
Ancorar na extrema verdade aflorada da incerteza?
Será que conseguirei viver sem você?

Manu Kelé!

Mira o caminho

Mira o caminho
Sente a poesia
As cores do dia vão atravessar tua alma
Se faltar calma
Pronuncie profundo boas palavras,
liberdade amor felicidade.

Manu Kelé!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Mágica poesia

A noite transpira o som das estrelas,
Nas ruas ladeiras desfila a lua,
Branca mágica poesia,
Macia são as palavras de encantar o sonho,
Tristonho não consigo ficar,
Mesmo com tanta preguiça a inspiração se agita,
E vai criando esse poema propositalmente inacabado.

Manu Kelé!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Amor inexplicável

Cegas palavras não escutam a voz do tempo,
Vago então por uma inspiração indecifrável,
Inflamável paixão de fazer arder flores,
Nem sempre o corpo tá preparado pra o que a alma do outro tem pra oferecer,
O que pode parecer nada é um infinito de sentimentos,
O que poderá levar as dores da vida?
Será que atrevidamente o amor inexplicável?

Manu Kelé!

domingo, 7 de setembro de 2014

Respirando uma noite

Só respirando uma noite magicamente silenciosa conseguiremos sentir o poema sonoro das estrelas!

Manu Kelé!

Sentimento giratório

Enquanto espero uma palavra meu pensamento vira o mundo,
Fico profundamente mergulhado nos sons da saudade,
Dessas que só acabam quando a energia se converge em encontro,
Aí volto a ficar tonto,
Girando por dentro de mim ,
Procurando o começo sem fim desse sentimento giratório.

Manu Kelé!

De boa

Água da palavra,
Molha inspiração,
Faz meu coração verso,
Te peço respirar o melhor som da vida,
Pois quem duvida do amor nunca será feliz,
Crente que sou quero só de boa,
Ficar atoa,
Só pensando poesia.

Manu Kelé!

sábado, 6 de setembro de 2014

Nem tudo são flores

O tempo estava tão calmo,
Que por um segundo eu o esqueci,
Apaguei da memória as obrigações,
Agradeci em orações pra todos os santos,
Ouvi musica por todos os cantos da minha alma,
Mas como nem tudo são flores,
Lembrei do diabo dinheiro
Acordei por inteiro
Caí na real.

Manu Kelé!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Suavemente

Recebi um beijo do sol,
Uma alegria colorida tomou conta de mim,
Era então primavera na minha alma
Quando o tempo cheiroso soprou sua voz,
De tão feliz,
Vibrei em pensamento de esperança e paz.

Manu kelé!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Palavras cheirosas

Degustei palavras coloridas,
Respirei palavras cheirosas,
Vi palavras honrosas,
Senti o poema em mim,
Era tudo assim tão primavera,
Beleza que a gente venera,
Saudade tua transbordando em mim.

Manu Kelé!

sábado, 30 de agosto de 2014

Cego

Não se esconda atras das persianas da poesia elas são feitas de vento e magia e mesmo cegos com as cores do desejo a gente vai se encontrar.
Manu Kelé !

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Momento

Não adianta tentar parir um verso a qualquer momento, o poema só acontece quando a inspiração da passagem deixando as palavras se transformarem em sentimento!!!
Manu Kelé!

Giro em sóis

As paredes do mundo tentam me fechar,
A poesia me abre em asas,
As cores do mundo me atravessam,
Levito pleno pensamento positivo,
Giro em sóis e desejo
de te fazer feliz.

Manu Kelé!

Melhor cor

Você é uma pessoa de encantar flores,
Dessas que animam o azul,
Das que fazem o sol brilhar,
A sua melhor cor.

Manu Kelé!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Ar puro

Respirando ar puro,
Sinto o som das flores,
Esqueço os rumores,
Melhoro a vida.

Mergulhando ao mar de amar,
Te sinto sereia,
Me torno lua cheia,
Uni verso a se encontrar.

Manu Kelé!

sábado, 23 de agosto de 2014

Poeira

A poesia é uma poeira que sacode o pensamento deixando tudo mudado as vezes perfumado outras cheirando a sangue e dor!
Manu Kelé

Hymne à l'amour

O gosto de poesia na minha boca,
Da fome de inspiração,
Quero uma canção de Eduardo Loureiro pra me saciar,
Viajar entre as estrelas de Lua Luz Luciana,
Abrir persianas de palavras,
Carinhos para o almoço,
Baião de dois com carne de sol,
Cores em sol sustenido,
Girassóis cheirando a Pátio interno,
Do momento singelo da Luíza cantando,
Hymne à l'amour!

Manu Kelé!

Hoje

Hoje quase não consigo sentir o som das cores do dia,
Frigida magia de um mundo exterior.
Se o meu interior quer poesia,
A sociedade diz que é fantasia,
O tempo vale ouro,
Mas teimoso poeta tento ser,
Luto pra esquecer o tempo monetariamente valioso,
Fazer do tempo apenas algo gostoso,
De liberdade palavras inventadas,
Poesias cultivadas,
Gestos criadores de árvores e frutos de bem querer.

Manu Kelé!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Maria de fé


Maria de fé,
Quantas Ave Marias rezarei por ti?
Minha simplicidade não alcança o Jesus que tu levava no peito,
Pedindo sempre pra dar um pão ao menino que passava esquecido por todos nós na tua porta,
Mas agora você estará ao lado daquele que nos quer amor,
Nossa dor se acalma diante da verdade,
Quem viveu como você desse lado,
Do outro terá sempre melhor musica,
Flores sorrindo,
E passarinhos cantantes,
E com certeza nos dará força,
Para que a gente siga adiante tentando fazer esse mundo cada vez mais justo.

Manu Kelé!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Profunda poesia

Profunda é a poesia que a palavra não alcança,
Dança no coração em cores infinitas,
Brilha na alma colorida áurea,
Ascende o fogo da melhor emoção.

Manu Kelé

Amor proibido

Na caverna o segredo,
Sombras sem medo,
Desde os primórdios,
Já ardia o amor proibido,
Chama de sol sem fim,
Gelo de imenso frio,
Rio ao mar de amar,
Proibido é melhor,
Sentidos ficam em cores dissonantes,
Acertos errantes,
prazeres destilados,
No fio cortante da paixão.

Manu Kelé!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Teu corpo no meu

Faz um segundo que esqueci o poema,
Passou ligeiro na esquina da inspiração,
Voou céu acima do azul,
Tá em algum lugar da memória sonora?
E agora?
Por hora o melhor é sentir o verso concreto,
Do gosto silencioso do teu corpo no meu.

Manu Kelé!

Vago

Quando não estou poesia vago distante do verdadeiro eu!
Manu Kelé

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Louco verbo

Louco é o verbo que não se cala,
O som das cores me faz  brilhar na noite,
Resplandece na imaginação a esperança,
Em algum lugar do tempo ficaremos juntos,
Não terei pressa,
Amanhã vamos respirar o mesmo ar,
Cobertos do mesmo desejo,
Amaremos juntos o destino,
Mereceremos o calor do sol,
Esqueceremos todas as bobagens,
Louvaremos toda verdade,
O amor nasceu pra se cumprir.

Manu Kelé!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Feitos sol

O vento sopra palavras azuis,
Poeiras de nós voam na imaginação,
O coração do poema bate em tempo indefinido,
Acaso fossemos feitos de sol?
Nasceriam flores em nós?
O fogo da paixão reza pra todos os santos, 
Mantos frios assombram a certeza,
A beleza do amor é revelada,
Quando respiramos as cores de estarmos juntos.

Manu Kelé!

sábado, 9 de agosto de 2014

Poema louco

Procuro palavras suaves pra acalmar meu cansaço,
Desfaço poemas inacabados por pura preguiça,
Se atiçar o fogo no azul?
Qual cor refletirá nos teus olhos?
Nem quero descobrir,
Nesse poema louco quero o ministério das estrelas,
Acreditando que sua substância brilha em nós
Corpo, alma transcendência!

Manu Kelé!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Quem não adoraria ao sol?

Quem tem medo de poesia,
De  noite ou de dia não sente a vida,
As palavras são coragens,
Feitas retalhos,
Atalhos do caminho da sabedoria,
Quem não adoraria ao sol?
Se não tivesse na alma a certeza de Deus.

Manu Kelé!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Bobagens

Te digo bobagens em tons de azul,
Enquanto o teu olhar reflete estrelas
Nas teias da imaginação
O coração faz poesia com o gosto de te ver
E tudo parece parar,
No calor infinito da lua,
A rua da inspiração
Ascende a criação
Com a suave presença do teu calor.

Manu Kelé!

Tristeza

A tristeza aporta em mim,
Sem vela
Sem barco
Fico a deriva no mar da imaginação,
Me salva canção de Tom,
Milton Elis ou Egberto,
Faz que o meu céu  seja coberto,
De Luz amor inspiração.

Manu Kelé!

domingo, 3 de agosto de 2014

Vida e dons

Colorir palavras de azul não da céu,
De verde não faz nascer arvores,
Melhor colorir em ações na sua vida,
O milagre dos peixes é a partilha,
Não devemos fazer de nós uma ilha egoísta,
Insista em fazer comunhão,
O pão de jesus é o doar-se
Em vida ou dons.

Manu Kelé!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Chagas abertas

Chagas abertas coração ferido,
Quando o cupido ascende a paixão,
A emoção altera o tempo,
As cores suaves tocam em sons agudos,
Ficamos mudos diante do mar,
E tudo é cheiro encantador,
O sol a flor,
O amor
Reverbera em todos os tons da alma.

Manu Kelé!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Catador de palavras

Me sinto catador de palavras,
Inventor de sentimentos,
Poeta de verdades inacabadas,
Sinto que o infinito é bem melhor que a solidão,
Meu coração de poeta tenta alcançar o impossível,
O invisível aos olhos é tatuado na calma,
Que seja essencial todo verso que resgate o melhor da alma.

Manu Kelé!

domingo, 27 de julho de 2014

Fio faca medo

Afio palavras,
Pra cortar o medo de escrever,
Quem me ver passeando por versos,
Não acha que é complexo construir sentimentos,
Mas confesso é o silêncio que faz o gume,
E o corte final só acontece
Quando a alma se esvazia de verdades acabadas,
A melhor liberdade é não querer  perfeição,
Por todos os lugares do meu coração poético.

Manu Kelé!

Sol maior

Quero pescar palavras,
No mar da imaginação,
Que acalmem qualquer coração sofredor,
Pois a falta de amor atrai a tristeza,
Quero toda delicadeza,
Rosar de flores,
Que as dores do mundo,
Se afinem em um sol maior.

Manu Kelé!


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Se flor fosse

Se flor fosse do teu cabelo, seria mais alegre que o sol, brilharia universo inteirinho em luz!

Manu Kelé!

domingo, 20 de julho de 2014

Voz de Deus

Bom dia,
Traduzido num céu azul,
Sorriso do sol,
Calor de nós,
E a voz de Deus,
Silenciando nossa alma!

Manu Kelé!

sábado, 19 de julho de 2014

Lentamente

Não quero desesperar as palavras,
Nem mesmo forçar a inspiração,
Meu coração é puro silencio,
Um vento estrelar sopra no céu da verdade,
E a facilidade de escrever quase se apagou,
Mesmo com uma gota de lágrima a saudade,
Bate e volta lentamente,
Como ondas no mar da emoção.

Manu Kelé!

Quando as palavras são veneno

Quando as palavras são veneno,
Intoxicam corpo e alma,
Levam a calma,
Descolorem o céu.

Quando o veneno são palavras,
O caminho fica torto,
Saímos do nosso porto,
Navegamos por outro mar.

Quando as palavras forem veneno,
Faça positivo pensamento guia,
Tire do silêncio a magia,
Transforme a vida em poesia.

Manu Kelé!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Avoado

Ando meio avoado,
Com poeira de palavras sobre a cabeça,
Antes que esqueça esse poema de dizer nada,
Quero que as cores das estrelas esquentem o meu sonho,
Que um medonho azul mais azul que possa existir,
Possa transbordar na minha alma,
O gosto bom de viver.

Manu Kelé!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Verdade do coração

A poesia vagueia noite a dentro,
Sentindo o toque da lua,
Ouvindo o som das estrelas,
Navegando na saudade,
A verdade da ilusão,
É sempre achar que o coração,
Num tempo qualquer inesperado,
Vai ficar parado,
Vai deixar de amar.

Manu Kelé!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O futebol é uma das festas mais importantes para tantas pessoas

Entre paredes de palavras,
Um tempo plural,
Sentimentos diversos,
Há dias em que os gols me doem tanto quanto as remoções,
O futebol é uma das festas mais importantes para tantas pessoas,
Mas essa fantasia levou a minha mãe e mais 16 pessoas idosas da comunidade por causa da opressão,
Levou também os operários que morreram por falta de segurança,
Sem contar ainda com as vitimas do viaduto de Minas Gerais,
Mas quem ganhou e ganha com o futebol,
No Brasil os governantes que trataram de guardar um certos milhões para campanhas políticas,
No mundo a FIFA que vai sair daqui com os seus milhões sem pagar um centavo de impostos.
Para mim COPA DO MUNDO DE FUTEBOL NO BRASIL É UM GOL CONTRA.

Manu Kelé!


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Palavra pele

A palavra tocou na minha pele
Que se revele a ancestralidade
Pai Francisco
Mãe Maria
Jorgina
Guias varias cores
Que os tambores dancem
Em amores de sons
Gerados na alegria dos dons
Resistidos
Seguidos
Gerados na raiz do continente materno.

Manu Kelé!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Quem te criou?

O peso das palavras não cabem nesse leve verso,
Por isso te peço,
Guarde calado(a) sem voz as cores do céu,
Respire o som e perfume das flores,
Encerre as dores do mundo,
Com o mais profundo e concreto gesto,
Ame-se como ao amor que te criou!

Manu Kelé!

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Poema para serenar

Serena,
Dança da água no ar,
O mar do desejo deságua na fartura,
Rapadura, mel, farinha, castanha, caju,
Quando tu nasceu foi linda festança,
A esperança dourava o sol com carinho,
O povo,
O caminho,
Ficaram verdes de felicidade.

Manu Kelé!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Encantamento do viver

Quando o sol dourar o amanhecer,
Não esqueceremos das noites,
Nem dos sertões,
Os corações estarão vadiados,
Em versos tortos destoados da normalidade,
Na minha idade sentir o azul,
Não é simplesmente voar na cor,
É abraçar com os olhos da alma,
O saboroso encantamento do viver.

Manu Kelé!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Calmaria

Há calmaria de palavras no mar do poema. A poesia nesse momento silencioso, são as cores das estrelas que fazem musica para os meus olhos.
 Manu Kelé!

domingo, 15 de junho de 2014

Chove palavra?

Nem todo dia chove palavra,
Por isso não brotam versos nos jardins?
Uma borboleta se perguntava aflita,
Enquanto afirmava:
-Tem dias que as horas perdem as cores, pois nessa cidade a fumaça dos carros é o ar que respiramos,
Barulho,  buzina de esquina em esquina quase não resta uma flor, as palavras de bom dia são esquecidas, enquanto o medo supera quaisquer outros sentimentos que possam fazer brotar poesia.
Mas ela não conseguia perder a esperança e numa dança suave do pensamento colheu no vento uma nova frase brotada do seu coração natural e disse:  Acho que amar é o sentimento mais normal, o ódio e a dor não fazem parte de borboleta ou flor, é preciso continuar tendo fé na inspiração.

Manu Kelé!


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quilombo perfeito

Me sinto suave como uma nuvem cigana,
Você não me engana com palavras pesadas,
De cortar o coração,
Minha emoção é mais voltada para o céu de acordes dissonantes,
Lugar onde pássaros coloridos adivinham a paz,
E aí rapaz pra você que pensa que trabalhar é tudo,
Fico é mudo com o balanço do mar,
É que silenciar me faz produzir muito mais,
Do que trabalhar ao sol da exploração,
Então nessas épocas de temporais liberdade,
Quero mais é fazer um perfeito quilombo  ,
E sentir no meu peito  somente o peso leve do amor.

Manu Kelé!

Sede de palavras

Tenho sede de palavras doces,
Tenho medo de palavras ruins,
Tenho gosto de palavras coloridas,
Tenho visto palavras tristes,
Tenho acordado palavras quentes,
Tenho dormido palavras frias,
Tenho encantado palavras de amor,
Tenho sofrido palavras de dor,
Tenho esquecido palavras de saudade,
Tenho lembrado palavras de idade,
Tenho seguido palavras de verdade,
Tenho construído palavras poemas,
Tenho voado palavras de imaginação,
Tenho aguçado palavra de coração de poeta em mim.

Manu Kelé!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Verso enluarado

Quero pegar em palavras macias,
Com sabor de hortelã,
Desejo paz pra meus amigos e minha irmã,
Quero palavras molhadas de refrescar poema,
Quero me banhar no mar  do teu desejo,
Que o teu beijo seja o melhor caminho de construção do nosso prazer,
Quero te dizer te amo,
Desde a manhãzinha até o anoitecer  desse verso enluarado de inspiração,
De encantar o coração,
Com gosto bom de se comer.

Manu Kelé!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Fogo do amor

Esse fogo do amor que não se apaga,
Colori o céu do sentir todos os dias,
Margia que torna livre a poesia,
E faz o verbo pensar em calma,

Esse vento do amor que não cessa,
Vão diminuindo a nossa pressa,
O esquecimento do tempo é melhor poema,
Pois amar devagarinho vale a pena.

Essa chuva de amor que molha a alma,
Faz um rio de corpo, mar de beijos,
Sacode os nossos desejos,
Anima a vida pra querer setecentas vezes amar.

Manu Kelé!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Céu da imaginação

Não aguento o peso das estrelas no meu pensamento,
Mas elas são tão lindas,
Mas elas têm tanta luz,
Pensamento de poeta as vezes é fraco,
Pensamento de poeta é quase loucura,
Imaginação pura,
Pesa estrelas,
Esfria corações,
Inventa emoções,
Só pra clarear o céu da imaginação!

Manu Kelé!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Aprendiz

Poesia que anoitece,
Tempo giratório,
O passado nem sempre nos faz feliz,
Mas como aprendiz,
É melhor tecer um bom presente,
Ser consciente de saber,
A vida sem amor não conduz a paz.

Manu Kelé!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

domingo, 25 de maio de 2014

Sete versos no mar

Sete versos no mar,
O sol esquentando as cores,
Sorriso de pescador,
Peixe pescado ainda vivo,
Vida que continua em terra,
Alegria,  limão,
Feijão de corda,
Farinha, baião,
O coração se fortalece com simplicidade,
Por toda a minha idade,
Ouvir as ondas,
Pintar nas noites o olhar com estrelas,
São mesmo melhores poemas sentidos,
Respiremos então o sopro de Deus.

Manu Kelé!


Céu da paz

No céu da paz,
Um verbo torto, 
Corta a carne da justiça,
Uma bola de ferro e fogo,
Passa dilacerando corpos quase indefesos.
A mágica das promessas políticas,
Será tirar da cartola, 
A revolta dos insatisfeitos, 
Depois de realizados todos os enganos, 
A falsa política entrará pelo cano...
Uma multidão de sem nome, sem terra, sem educação, sem justiça e saúde,
alcançarão todo poder!

Manu Kelé!

sábado, 24 de maio de 2014

Castelos

Teu jeito de princesa,
Desconstrói os meus castelos,
Não quero mesmo ser príncipe de nada,
Sou um misero poeta,
Que te oferece o mar,
O vento que respiramos,
E o amor pra toda eterna idade,
Que estivermos juntos.

Manu Kelé!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Melhor energia

Água da palavra,
Rio inspiração,
Nuvens de flores,
Perfume do mar,
Sol rosa entardecer,
Querer bem,
Ainda é a melhor energia da vida.

Manu Kelé!

sábado, 17 de maio de 2014

Loucas palavras

Quando as palavras ficam loucas,
Tiro da boca um gosto de azul,
Do sol da inspiração brotam pássaros,
Com penas de nuvens,
Que flutuam cantando,
A cristalina e cega beleza do amor.

Manu Kelé!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Futuro

Em que futuro ou muro se esconde o gosto do novo?
Em estrelas multicoloridas?
Em respostas atrevidas de abrir novos caminhos?
Carinhos e enjoos?
Vou sem asas pelo céu do gostar,
Mas quero ser melhor,
Mesmo que as vezes haja escuridão,
Meu coração será capaz de construir estradas de luz,
Pois o que me conduz é a verdade do amor.

Manu Kelé!

O importante é ser feliz

O importante é ser feliz,
Mesmo que durante constelações inteiras de luz você não escreva um poema,
Ser feliz é importante,
Seja um gigante,
Contra toda violência,
Tenha paciência na hora de entrar no ônibus,
Dê prioridade a mulheres, crianças e idosos,
O importante é ser feliz,
Mesmo que você tenha um chafariz jorrando ouro liquido,
Ele jamais vai conseguir comprar um amigo de verdade,
Desinteressado nas coisas monetárias,
Interessado na partilha do verdadeiro amor.

Manu Kelé!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A chuva é poesia

A chuva é poesia,
Molha o verbo,
Esfria a alma,
Quero cobertor de orelhas,
Beijo bem quentinho,
Carinho do meu amor,
E uma flor que gire o sol no amanhecer.

Manu Kelé!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Poema para João Luiz


Era um menino que não tinha limite para o carinho,
Gostava muito de cantar,
Mesmo sendo um pouco desafinado,
Sua alegria acalmava as notas,
De tão bom que era o João foi chamado,
Pois do outro lado do lado de lá,
Onde imaginamos que a vida é melhor do que a nossa daqui,
Estavam precisando da sua alegria,
Como é melhor acreditar que tudo é designo de DEUS,
João Luiz atendeu ao chamado,
Para nós que não nos acostumamos com isso é chato,
Mas aquele que determina o destino está grato,
Pois o João Luiz cumpriu sua missão,
De dar alegria ao nosso coração!!

Manu Kelé!



sábado, 10 de maio de 2014

Pra fazer soar poema

Não tenho asas pra voar,
Mas palavras de fazer soar poema,
Brincar com o som das cores,
É só pra quem tem alma caleidoscópica,
Será possível alcançar um imaginário infinito?
Enquanto não consigo acalmar minha inspiração,
Me poetizo toda manhãzinha com o calor do sol.

Manu Kelé!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O caminho das palavras

O caminho das palavras não se acalma com o silêncio,
É preciso vibrar o verbo,
Colorir o verso,
Fazer voar a imaginação,
O caminho do poeta,
É de flores e espinhos,
Repleto de ninhos,
De pássaros encantados,
Que sonham cantar a liberdade,
A melhor verdade vai ser anunciada,
Quando a espada da partilha silenciosa do saber,
Cortar as forças e veias do maldito capital.

Manu Kelé!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Voa palavra

Voa uma palavra entre o verso,
Erguida está,
Flutuo em sentimentos,
Leve leve leve,
É sempre o estado do coração,
Inundado no céu do amor.

Manu Kelé!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Olhar do céu

Noite suave,
Olhar de céu,
Lua dançante,
Nuvens alegres,
Em cada estrela uma certeza,
A luz de Deus faz cirandar o universo.

Manu Kelé!

Lapidar

Lapidar palavras não forma diamantes, mas sentimentos com valores que nem todos conseguem alcançar.

 Manu Kelé

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Tempo do poema

Senti borboletas transparentes atravessando o meu poema,
As cores ficavam nas palavras,
O verbo voou de emoção,
O coração do verso cheirou a jasmim,
Tudo em mim era pura viagem,
Conseguia tocar mar e céu dos desejos,
O som do sol,
Clareio minha felicidade,
O tempo do poema,
Ficou circular,
Na febre da alegria,
O melhor acontecia,
O delírio,
A emoção.

Manu Kelé!

Luz inspiração

O gosto do mar ficou nos meus olhos,
Um gosto de sol na boca,
Horizonte amarelo,
Entardecer,
A noite cresceu,
A lua girou,
Estrelas dançaram,
A luminosidade da inspiração,
Fez o meu coração vibrar poesia.

Manu Kelé!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Onde?

Onde está você?
Não sinto teu cheiro,
Não ouço tua cor,
Não navego mar,
Teu olhar.

Onde está você?
Tua falta me deixa tonto,
Meu poema não fica pronto,
Preciso te encontrar.

Onde você está?
Volta pro meu lado,
Alimenta meu sonho alado,
Quero contigo voar!

Manu Kelé!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Ziiiiiiiiiip zuuuuuuuum

Ziiiiip Zuuuuuuum,
Vaga vaga-lume,
Luz verde no rabo,
Papo de poeta clareado,
Sonho acordado,
Poema sonoro.
Zuuuuuuuum, zippppp,
Aconteceu um eclipse no verbo,
Cores alaranjadas,
Lagarta de fogo,
O calango faz o jogo,
O mosquito voa zonzo,
Ziiiiiiiip zuuuuum,
Poesia é pura brincadeira,
Cura a mente com besteira,
Colhe do nada,
Melhor vontade:
Viver!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rede de palavras

Quero é dormir o verso,
Carneirinhos no céu,
Véu de estrelas pra esquentar,
Rede de palavras,
Som de flores,
E as dores do trabalho, 
Se vão com o sorriso do mar, 
Amanhecido de um lindo sol.

Manu Kelé!

domingo, 27 de abril de 2014

As dores do verbo

Voo entre o azul e a imaginação,
Num poema coberto de flores roxas, 
As dores do verbo,
Se apagaram na imensidão do delírio.
Me  deleito entre a realidade e sonho,
De porta em porta, 
Vou abrindo minha alma,
Mas a minha calma ainda não escuta o som das cores,
Um  dia o sol vai aquecer o poema, 
As palavras vão girar amarelo esperança,
E todos seremos crianças,
Mergulhadas no mar de amar...

Manu Kelé!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Poesia de Deus

Palavras, palavras, palavras,
Ideias de clarear o sol,
Pensamentos de mover o mar,
Silêncio....
A poesia de Deus,
É o equilíbrio milenar de todo universo.

Manu Kelé!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Gerar a viagem do verso

Não sei vestir estrelas de luz,
Nem tão pouco dourar o sol,
Não consigo colorir o mar,
Mas o que há em mim?
É simples assim?
O que tento é entortar o verbo,
Agitar as palavras,
Soltar a imaginação,
Gerar  a viagem do verso,
Por isso confesso,
 Todo risco vale a pena quando se transcende emoção.

Manu Kelé!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Poema inexistente

As vezes me perco no labirinto das palavras,
O descaminho do verso,
Ferve em larva descolorida,
Vulcânica ausência,
Indigesta inspiração,
O coração abre a porta pra o silêncio,
Eu sopro no vento um poema inexistente.

Manu Kelé!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Nuvem

Quero palavras com cheiro de flores,
Céu de carneirinhos,
Peixinhos flutuantes no ar,
Mar de sorrisos,
Nuvem algodãozinho,
Quero todo carinho
Da leve poesia do teu olhar!

Manu Kelé!

Indescritível

Em algumas ocasiões as palavras não tem razão nenhuma para existir, melhor seria o silêncio, só pra sentir as cores tomando conta do olhar, formando poema sem palavras num sentido pleno de alcançar a musicalidade do brilho da lua e estrelas numa noite indescritivelmente linda!

Manu Kelé!

O caminho

O azul estava molhado,
O caminho esverdeado,
A chuva coloriu o mundo,
Fez a alegria do sertão,
O coração nublado de alegria,
O galo cantou toda magia,
O sol descansou novo amanhecer.

Manu Kelé!

Gosto das palavras

Cheguei em casa,
Queria sentir o cheiro das palavras,
Pai,
Mãe,
Não estão aqui?
Essa pergunta se refaz a cada dia,
Mas o sentimento de irmandade,
Me faz sentir o gosto de outras palavras,
Família,
Carinho,
Pra ser irmão,
Basta amar com profunda verdade,
Quando me interno no pátio dos sentimentos,
O sentido dos meus ancestrais se reconstroem dentro de mim.

Manu Kelé!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Lua e estrela

Queria mesmo fazer silêncio,
Mas me  foram saindo palavras ao vento,
Umas coloridas,
Outras com cheiro de flores,
Outras com o sabor das melhores frutas,
Cajá, graviola, limão,
Meu irmão,
Que coisa mais renitente,
Quando a poesia mexe com a gente,
Mesmo querendo palavra calada,
A ideia fica acordada,
Fazendo  lua e estrela dançar.

Manu Kelé!

domingo, 13 de abril de 2014

Flores secas

A razão explica sentimentos?
Cortei em voo rasante o céu do meu poema,
Tudo que era tão claro ficou confuso,
Tempo descompassado no fuso horário do verbo,
Dias de estrelas,
Noites de sol,
Palavras cravadas em flores secas,
Quando a paixão toca,
O som produzido é de cores antagonicamente dissonantes.

Manu Kelé!

Flor amarela fui

Me perdi entre palavras,
No labirinto dos desejos,
Voei entre teus beijos,
Leve flor amarela fui.
Me achei fio e razão,
O coração despedaçado,
Mas o aconchego do teu braço,
Foi a melhor da emoção.
Mesmo tendo sofrido,
Paixão saudade tormento,
Sigo superando suor e dor
Entre as veredas do amor.

Manu Kelé!


Era céu era mar?


Não sabia o que era céu nem o que era mar, tudo poema a vistas claras e uma musicalidade de cores que só um coração afinado pode ouvir!


Manu Kelé !

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Rapadura mascava

Palavra que doí no corpo,
Verbo triste torto,
Cansaço de apagar as cores.
Ainda bem,
Nem tudo é trabalho,
Na sensação de um tempo sutil,
Escuto vinil,
"Dança dos Escravos",
E o som vai libertando as dores,
Volto a sentir o gosto na vida,
Como o doce sabor de rapadura mascava.

Manu Kelé!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Verbo nu

Passarinhando entre estrelas,
Me arrepiei em verbo nu,
Entre céus e luas,
O voo é infinito,
Quando a saudade vem
Do extremo sertão de dentro...

Manu Kelé!

Ponta cabeça

Não quero poesia qualquer, quero sentimento que entorte o verbo, até os sentidos ficarem de ponta cabeça e que se consiga sem esforços maiores sentir o som das cores do amanhecer!!
Manu Kelé

domingo, 6 de abril de 2014

Palavras que sorriam


Sonhei com palavras que sorriam,
Num poema colorido,
Fazendo um som em verde, vermelho, amarelo e preto,
A mãe África estava do meu lado e dizia:
Meu filho viva e ame nossa gente,
A todos os que foram espalhados pela diáspora,
Anuncie verdadeiramente que só o brilho da nossa cultura e arte,
Poderá acabar com toda espécie de preconceito.


Manu Kelé!

sábado, 5 de abril de 2014

Almas poéticas

Poesia se escuta das cores
Voadas em borboletas transparentes,
Se toca na  luz da lua,
Se voa num som de Egberto Gismonti,
Poesia é o monte verde natural da Chapada do Araripe,
O verso,
O verbo independe de palavras,
Tá no sentimento das coisas,
Se revela nos sentidos das almas poéticas!

Manu Kelé!

domingo, 30 de março de 2014

Eu sei

Eu sei da imensidão do mar,
Do calor das estrelas
Do verbo que se forma ao nascer do sol,
Eu sinto o calor da música,
Eu sinto o som das flores
Eu sei, a poesia escorre telhado sonoro da minha casa em forma de chuva!

Manu Kelé!

sábado, 29 de março de 2014

Não faz assim

Amor não faz assim,
Você arrepia meus versos,
O verbo fica torto,
Assim não consigo sentir o cheiro das cores,
As dores ficarão marcadas na alma,
Vai com calma,
Solta o mar da emoção,
Libera o coração,
Me beija,
E diz palavras de paz.

Manu Kelé!

Poder capital

Minha poesia dorme com o sol,
Acorda com as estrelas,
Dança com a lua,
Minha poesia é nua de palavras tristes,
Vestida de positividade,
Na minha idade,
É melhor ser intenso,
Negar o doce veneno,
Da ilusão capital!


Manu Kelé!

terça-feira, 25 de março de 2014

Acordei flor

Acordei flor,
Respirei areia,
Pensei asfalto,
E um carro quase me atropelou,
Estava na bicicleta,
A velocidade do carro,
Vai na contramão da preservação,
Tanto faz,
Natureza,
Gente,
Bicho,
Tudo é lixo,
Para quem é individualíssimo,
Não quero essa selva de pedras,
Pois nela os canários não gostam de cantar.

Manu Kelé!

domingo, 23 de março de 2014

sábado, 22 de março de 2014

Apenas dez por cento é verdade

Queria uma palavra cor da tua boca,
Pra acalmar os sons do meu desejo,
Dissonante é tempo que move o verbo,
Fria são as cores dessa saudade,
Que invade as palavras,
Em tom dominante,
Querendo tua presença morena,
A sentença inalterada do verso,
É acreditar que na poesia só dez por cento de tudo é verdade.

Manu Kelé!

Leve cores esvoaçantes

Palavras ao vento,
Leves esvoaçantes,
Pensamentos diamantes,
Cores musicais.

Palavras ao tempo,
Doce hora do verso,
Pensamento universo,
Labirinto do gostar.

Palavras ao coração,
Alma tua energia,
Lua luz magia,
Imenso mar de amar.

Manu Kelé!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Um milhão de poemas

Um lago de palavras,
Molhou minha poesia,
Não uso gíria,
Nem a dor me contagia,
Eu peixe voando,
Entre a liberdade e o verbo,
Se as vezes os versos se desencantam,
Sentir é quase sempre maior,
Que um milhão de poemas.

Manu Kelé!

Dança

Ocupado é o coração que está sempre cheio de amor, e a dor da tristeza não o alcança, pois dança conforme os sorrisos oferecidos por quem dá de volta o amor recebido!

Manu Kelé!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Falsa mente

Que dia mais estranho,
O céu sorrindo de tanta chuva,
Nublado nubladinho,
Todo carinho de Deus,
Para nós,
Que esperamos ou não pelos governos,
Que vem e vão,
Mas só fazem por eles mesmos,
Todos os anos desviam milhões,
Tem até um que quer fazer um enorme termo elétrica,
Pra criar peixe que não se pesca,
Só se vê,
E a TV fala o que?
Nada de mais,
Duzentos milhões é capaz,
De deixar calado,
Os que se corrompem,
E lhes é falsa a mente.

Manu Kelé!

segunda-feira, 17 de março de 2014

Poesia sem fim

O movimento das palavras me deixa tondo,
Ciranda, rodopia, caleidoscópio no juízo,
O perfume e a dança das cores,
Os sabores dos amores que ainda não tive,
Rio cheio perene flores,
Das minhas dores vão brotar sorrisos,
Quando a vida for poesia sem fim.

Manu Kelé!

domingo, 16 de março de 2014

Corpo e alma

As estrelas já estão alegres,
A lua tá linda,
O céu estremesse de luz,
A poesia faz silêncio,
Pra ouvir as cores do céu,
Como as palavras não alcançam tamanha beleza,
Melhor entrar de corpo e alma nessa inspiração.

Manu Kelé!

Seco sentimento

Não chove uma gota de palavra no céu da poesia,
É seca no sentimento do verso,
Mudaram as estações,
Agravou-se a estiagem,
Meu vizinho cheira eucalipto no café da manhã,
Certo dia o gato dele pulou entre as flores do meu jardim,
Mas tudo continuou assim,
As flores com as cores do olho do gato,
O gato bordado de flores,
E os amores que inventei,
Ainda estão por receber cada um, novo poema,
Por falta de inspiração.

Manu Kelé!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Um traço de loucura é pouco pra poesia

Na beira do verso,
Rio seco de palavras perenes,
Chuva fina inspiração,
O coração não aguenta mais tanta sede,
De não beber a luz,
O peixe que nadava cachoeira acima,
Tá voando entre céus e arvores,
Levitando entre cores que nunca vi,
Sentindo as dores de uma saudade inexistente,
E aqui muita gente rindo da desgraça alheia,
Semeia semeia risca fogo no juízo,
Que o capricho capital,
Vai girar sem sons modal,
Pra você consumir,
Até que a humanidade esqueça que existe,
Árvores são mais importantes do que os carros?
Nessa cidade, a vida não vale nem um tantinho a mais do que aquilo o gato enterra!

Manu Kelé!

terça-feira, 11 de março de 2014

Sem luz

Minha noite pode ter um milhão de estrelas, mas sem o teu sorriso me sinto apagado! 

Manu Kelé!

Terra do nunca

O pensamento da flor,
Perfume,
Cor,
Espinho,
Proteção,
O coração de quem ama voa...
A toa é o poema,
Quando plantado na terra do nunca.

Manu Kelé!

Velocidade do tempo

No espelho do olhar,
O contra verso do gostar,
Amar é luz,
Só a alma alcança,
A dança da vida,
Marca repetidos caminhos,
Os sonhos sozinhos,
Não refletem a verdade,
A velocidade do tempo,
É sempre menor que a certeza do poema.

Manu Kelé!

sábado, 8 de março de 2014

Poética calma

Certa vez pensei em um poema,
Que tinha peso de borboleta,
As palavras flutuavam na mente,
As cores saltavam aos olhos,
O cheiro das asas,
Causavam festa na imaginação,
E o meu coração num tempo sem fim,
Sentiu toda poética calma,
Do sol da inspiração.

Manu Kelé!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Luz mulher

No céu do poema,
O sol mulher,
Grande colorido,
Revestido de carinho,
É nossa força,
Originária mãe de todos,
Nascendo e crescendo,
Dependemos,
Temos  fé,
Na cor,
Do amor,
Da luz mulher.

Manu Kelé!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Saber viver

A noite,
O brilho,
As estrelas,
Tudo em meio tempo de luz,
O mar,
O olhar,
O sol,
Caminhos que a poesia conduz,
A palavra,
O som,
A floresta,
Tudo é festa ao sabor de gostos azuis.

Manu Kelé!


sábado, 1 de março de 2014

Poetizar

A letras não param de imaginar,
Querem fazer da minha cabeça lugar poesia...
De ações que desconsertam o verbo,
Nas traquinagens de
Voar em notas musicais,
Cheirar as cores da vida,
Nadar numa pedra atrevida,
Andar nas águas do mar,
Não posso mais esperar,
Vou gritar o meu silêncio,
Escorregar no vento,
Vou poetizar.

Manu Kelé!

Dor maior que o azul

Palavras suadas,
Poema frio,
Navio que aporta na solidão,
Coração mar de saudade,
A verdade é relativa alegria,
Quando dia faz lua,
Nas noites faz sol,
Rouxinol é livre no encanto,
Preso no amor,
A dor do voo muitas vezes é maior que o azul do céu.

Manu Kelé!

Música de amor

Era quase mar nos meus olhos,
Ancorava uma tristeza no verso,
Mas teu sol,
Teu sorriso me tocou,
Agora sou música de amor.

Manu Kelé!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Estrada de nós

As vezes o tempo passa tão lento,
Que só consigo sentir a minha pele na tua,
A  ansiedade fica nua,
O coração vibra a imensidão das horas,

Alma na alma,
Corpo no corpo,
Boca mesmo gosto,
Cheiro de amor

Sol do destino,
Nosso caminho,
Estrada de nós.

Manu Kelé!



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Pingos de azul

Pingos de estrelas no azul,
Rio de luzes no céu,
O corpo da lua dança.
Noite vida esperança.
Vingará novo dia,
E os olhos do sol,
Trarão o calor de Deus,
Que socorrerá todo sofredor,
Da dor do mal,
Da extrema exploração capital!

Manu Kelé!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Maior poesia

Enquanto o sol dormia,
Eu pensava no olhar das estrelas,
No som que a lua faz toda noite,
Rezar e benzer as águas do mar,
É coisa pra Deus,
Nós simples poetas,
Pensamos em orações,
Agradecimentos,
Por todos os momentos,
Em que respiramos o azul,
E mesmo nu de palavras,
Muitas vezes nos vestimos,
De um sentimento maior que o verso,
Sem mexer um só dedo,
Confesso,
Amar a vida,
É minha maior poesia.

Manu Kelé!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Luz Luíza

Luz Luíza
Prata  flor
Arco-íris sensação

Luíza luz,
Nosso caminho
Amizade emoção

Não tenho toda riqueza
Nem mesmo toda poesia
Mas te ofereço o sol
Que ilumina todo dia

Luz Luíza,
Poesia,
Áurea clara clarão,
A verdade que te digo
És minha mãe de coração.

Manu Kelé!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Se trabalho fosse bom jumento tinha casco de ouro

Quando as palavras não voam,
Ficam atoa pelas ruas do verso,
Mas a vagabundagem na dose certa,
As vezes é festa pra qualquer ser humano,
Aliais como dizia a minha mãe:
"Se trabalho fosse bom jumento tinha casco de ouro."

Manu Kelé!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Pedaços de palavras

Pedaços de palavras espalhadas por um verso,
Quantas vezes te peço acalma meu coração,
Solfeja aquela canção do Egberto:
"Não espere de mim, nada mais que a paixão",
A ciência nunca explicou o amor,
Por favor  entenda o verbo,
O que sinto por você,
Tem gosto de lua,
Em certas ruas do tempo,
Minguante,
Nas avenidas constante crescente.

Manu Kelé!

Sabor de flores

Como não sentir as palavras,
Se elas mexem com a minha imaginação,
As vezes tenho sensação de que sou chão,
As palavras sementes,
Que dormem na mente,
Acordam verbo,
Crescem novo verso,
Com sabor de flores.

Manu Kelé!


Leve, livre e solta

Letras bem escritas cheiram a carinho,
Pensando em você me sinto passarinho,
Canto  alma,
Canto  sol,
Em tonalidade colorida.
O bom da vida,
É nosso sorriso carregado de certeza,
O amor
A beleza,
Tornam a alma
Leve,
Livre,
Solta.

Manu Kelé!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Atemporal

Existe tempo na poesia?
Quando amanhecia era lua cheia,
Quando anoitecia sol que me alumeia,
O sonho deixou o verbo atemporal
Nada de normal no coração,
O vulcão da paixão,
Explodiu em mim,
Mundo sem tempo,
O cheiro do vento,
Perfumou as palavras!

Manu Kelé!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um rio

Um rio de palavras passava dentro de mim, eu me sentia peixe,
Um pedaço de céu me fazia voar, eu me sentia nuvem,
Um sol radiante amarelava o dia, eu me sentia luz,
Um louco poema me dava sentido, eu me tonava a verdade da vida.

Manu Kelé!

Suavidade da noite

A suavidade da noite vem do sorriso das estrelas!

Manu Kelé!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Som da vida

Era lilás,
Quase todo céu.
Olhos de Deus,
Beleza e cor,
O sol,
Dormiu,
Encantado com a beleza,
A musica da natureza,
Tornou-se alegria,
Doce magia
Som da vida.

Manu Kelé!

Tardinha

Tarde, tardinha,
Lilás céu  mar,
Noite, noitinha,
Prata lua estrela,
Poema quetinho,
Que me tonteia,
Teu amor linda luz.
Que me alumeia!

Manu Kelé!

Nosso sol

Preciso de um poema,
Cor do teu olhar,
Voo do teu sorriso,
Asas da tua beleza,
Preciso com certeza,
De letras macias,
Luar e margia,
Amanhecer nosso sol.

Manu Kelé!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Colorir

Minha saudade cor dos teus olhos quer colorir o mar que faz tua falta!

Manu Kelé!

Alma rouca

Sinto vontade de rasgar o verbo,
Amassar as palavras,
Deságua os sentimentos,
As injustiças sociais são inabaláveis,
As riquezas dos políticos são comemoráveis,
Por seus amigos e familiares,
Toda manhã fico com gosto amargo na boca,
Minha alma cala quase rouca,
Será sempre assim?
Ricos cada vez mais ricos,
A custa de pobres cade vez mais pobres?

Manu Kelé!

Pétalas

Pétalas de palavras,
Galhos de sentimentos,
Espinhos de tristeza,
Todas as flores,
Jardim da vida,
Sentidos perfumados,
Mar diverso,
Alma inteira.

Manu Kelé!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Parir

Existem certas noites que doem,
Pesadas estrelas,
Imaginação vagarosa,
A sensação do azul,
Soa forte em meus ouvidos,
Os sentidos ficam caleidoscópico,
Virando e revirando o gosto amargo das palavras,
Que não chegam no tempo certo de gerar um verso,
Como é duro tentar parir uma nova criação.

Manu Kelé!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Gêmeos

Encontro,
Sonho,
Amor,
Calor
Corpos
Verdade,
Cidade,
Rio
Paixão,
Coração,
Alma,
Flor,
Sol,
Desejo,
Beijo,
Espelho,
Nós.
Gêmeos sentidos,
Corpos de Deus.

Manu Kelé!

Dedos verdes

Minhas palavras cortam ao meio
Um verso inexistente,
Um caranguejo resistente
Insiste em sobreviver no Cocó,
Dá é dó,
Os capitalistas querem uma cidade de pedra,
Quanto mais asfalto, mais dinheiro,
E num janeiro qualquer talvez não haverá mais flores,
As dores do stress vão fazer refletir todo o mundo?
E quando tudo for selva de pedras,
Os filhos dos capitalistas vão desejar ter dedos verdes.

Manu Kelé!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Nuvens de inspiração

Quando as nuvens de inspiração não se formam,
É seca certa no sertão da poesia.
Tudo se esvazia  palavras ficam ocas,
Flores de sentimentos perdem o perfume,
O céu da emoção esvazia seu lume,
A fome da criação assola o verso.
Mas será que tudo será perdido?
Vou fazer um pedido a um doce cupido,
Pra flexar com a leveza meu coração
Fertilizando a sensação de um novo poema.

Manu Kelé!


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Águas do mar

Volta que as estrelas estão tristes,
A lua fica dando palpites,
Querendo a noite mais clara,
Volta alegra o meu verso,
Traz teu sorriso te peço,
Colori as águas do mar,
Volta não tenhas medo do tempo,
Sopra teu nome no vento,
Preciso te respirar

Manu Kelé!

Big ben meu bem

A ciência explica os sentimentos?
O coração controla a razão?
Amar é estar no outro,
Pensamento,
Cheiro,
Energia,
Vida,
Alma,
Uma explosão que acalma,
Amor e paixão,
Big ben meu bem,
Fez nascer,
Céu, azul, amor!

Manu Kelé!

Livre palavra

Livre palavra solta no ar,
Terra, mar universo,
Verso doce,
Finda razão,
A desilusão do poema,
É arrepiar o leitor,
E quando toda dor cessar,
Seremos iguais,
Em humanidade
E com toda verdade,
Diferentes etnicamente falando.

Manu Kelé!


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Roupas do sol

Me despido da tarde,
Tirando as roupas do sol,
Estou rouxinol,
De cores e canto.

Me visto de noite,
Abraçando estrelas,
Estou nuvem macia,
No céu da poesia.

Manu Kelé!

Sorvete

Tarde quente de rachar a inspiração,
Quase que o verbo não acontece,
É preciso muito sorvete de cajá,
E água no pote,
Sorte das palavras que esfriarem,
Mas a sede do poema é maior que o calor,
E mesmo sem muito esforço,
Como um mágico, tiro do bolço,
A palavra mais forte do universo,
E que finalizo esse verso,
Dizendo,
A melhor sentimento da vida é o amor.

Manu Kelé!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Da poesia que faz teu olhar

No mar,
No teu olhar,
Quero ser golfinho,
Nadar,
Dançar,
Respirar cores.
Quero verso molhado,
Sol encarnado,
Céu,
Desejo,
Suave beijo,
Sol,
Teu olhar...

Manu Kelé!

Lexotan

Será que o azul existe?
Quando bebo cores de palavras no café da manhã,
Fico zonzo sem saber o que fazer,
Se um novo poema vai nascer,
Minha loucura tá em plena forma,
Se um poema vai morrer isso não me conforta.
Desde que parei de tomar Lexotan,
O Tarsan fica querendo gritar nos meus ouvidos,
Mas meus nervos não estão arrependidos,
Pois a inspiração é sempre criança,
E numa dança faz o verbo vibrar,
Com a emoção de viver no tal blog:
Poética da Alma!

Manu Kelé!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Maçã na boca

As cores do dia,
Despertar da manhã,
Maçã na boca,
Gosto de café.

Tenho fé,
O mundo vai mudar,
O quando é mais difícil,
Do que o agora.

Por essa hora,
Milhões de pessoas,
Sentem a poesia da fome,
Sem nome ou valor.

O mar de Deus é o amor,
Do capital a dor,
Os dois não se encontram,
Um é divisão o outro desgraça,

Por isso saí na praça,
Fala pra o outro a verdade
Da necessidade de repartir,
Sera que assim,
Poderá existir um mundo melhor?

Manu Kelé!

sábado, 25 de janeiro de 2014

Toque sentimento

Se eu fosse uma flor meu cheiro seria teu, mas como sou apenas um poeta, espero que sinta nessas palavras o toque do meu sentimento.

Manu Kelé

Respirar letras da poema?

Sorriso largo,
Rio de alegria,
O que me contagia,
Energia e beleza.
Largo sorriso,
Mar diverso,
O universo a conspirar,
Respirar letras da poema?
O voo que faço pela loucura,
É que traz o encantamento,
Alimento de poeta é o sentimento,
E o  vento soprando para o lado contrario das horas lógicas.

Manu Kelé

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Como dourar um verso?

Letras vazias não formam poema,
Verbo parado não faz ação,
Como tirar canções de pedras?
Como dourar um verso?
Por onde vagueia a imaginação poética?
Certa é a frase que afirma,
O amor ainda é o melhor sentimento semeado entre os seres humanos.

Manu Kelé!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Mandacaru

Hoje as palavras não querem acontecer,
É como não chover no sertão,
Seco, seca inspiração.
Estou quase um mandacaru,
Coberto de espinhos,
Mas de pensamento verde,
Quem saberá lapidar o destino do verbo?
Agora quero mesmo é tomar um sorvete de açaí,
Sair desse calor,
Enfrentar a dor de não sentir um verso abrir como flor.

Manu Kelé!