domingo, 27 de abril de 2014

As dores do verbo

Voo entre o azul e a imaginação,
Num poema coberto de flores roxas, 
As dores do verbo,
Se apagaram na imensidão do delírio.
Me  deleito entre a realidade e sonho,
De porta em porta, 
Vou abrindo minha alma,
Mas a minha calma ainda não escuta o som das cores,
Um  dia o sol vai aquecer o poema, 
As palavras vão girar amarelo esperança,
E todos seremos crianças,
Mergulhadas no mar de amar...

Manu Kelé!

Nenhum comentário:

Postar um comentário