segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Cacos

Cacos de palavras cortantes fazem sangrar a inspiração,
O coração ferve mar de desejo,
Não consigo acordar nesse sonho colorido,
Enquanto respiro pedaços de estrelas saem brilhando do meu nariz
E o que diz o amanhã?
O sol nascerá nova poesia?
Com o seu calor independente,
Para dementes e sãs
Batizadas ou pagãs,
Galãs ou desconhecidos de Deus?
Que a preguiça acalme essa poesia
Que detesta mais valia
E toda exploração capital.

Manu Kelé!

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