domingo, 20 de novembro de 2016

Sorriso

Nas cores do teu sorriso
Estampadas nesse verso
Borboleto-me confesso
Voo de tanta alegria
És tão suave magia
Flor de extrema beleza
Da arte toda leveza
Musa encanto
Estremada poesia.

Manu Kelé!

Monstro gigante

Me dar uma palavra por favor
Uma que me der calor
Que faça lembrar boas coisas
Que transmita as cores do mundo
Segundo sem fim
Tempo esquecido em mim
Me diz pois estou com preguiça será que é bom?
Talvés seja intrigante?
Já que o monstro gigante não nos permite ser assim!

Manu Kelé!

Vitor Ramil

Silenciei pra esperar as estrelas
Alma aberta pra sentir toda luz
As cores da noite tomarão conta de mim
Ficarei assim
Astronauta lírico
Tal maravilhosa canção de Vitor Ramil!

Manu Kelé!

A dor

A dor que me esquece
A dor que me aquece
A dor de ser o que sou
Poeta sonhador fingidor
A dor de não voar
A dor de se entregar
A dor de chorar a saudade
A dor da grande verdade
Nasci pra poetizar.

Manu Kelé!

Deitado

Depois da semana inteira de trabalho
Extasiado com tanta beleza desse mundo
Instantes de silêncio não fazem mal a ninguém
Toda respiração profunda
Amar a sí e aos outros sons do mundo
Deitado assim em berço explendido dar uma certeza maravilhosa
O domingo vai ser marcantemente de aprendizado.

Manu Kelé!

Natural

Quando se ama de verdade
É natural
Sem cobrança
Sem esforço
Sem reembolço do que se deu
Mas não é tão fácil assim
És pra mim esse desejo
Amar natural
Pra que seja absolutamente normal
Pensar tanto assim na tua tão linda pessoa.

Manu Kelé!


sábado, 19 de novembro de 2016

Começo meio ou fim

Nem meio termo
Nem meio tom
O amor quando é bom inteiro
Luar de crescente desejo
Relampejo de estrela no céu
Mel de adoçar tudo que ruim
E transformar na esperança
De se gostar de verdade
Pois pra se amar não tem idade
Nem começo meio ou fim!

Manu Kelé!