quarta-feira, 25 de março de 2015

Quilombo intimo

Quero palavras azuis
De ascender estrelas
Vou dize-las ao brilho da noite

Quero palavras amarelas
De sorrir o sol
Bemol em tempo feliz

Quero palavras pretas
Mãe África pulsando
Quilombo intimo de resistência
E amor a cor.

Manu Kelé!

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