domingo, 19 de maio de 2013

Infinda transformação

Quase frio, quase quente,
Minha poesia demente,
Não tem saída...

Voa no chão,
Corre no céu,
Faz do azul um chapéu,
Escuta do verde uma canção...

Numa explosão carregada de agoras,
Minha poesia não tem horas,
É geográfica dança,
É tudo, é nada, infinda transformação...

Manu Kelé!

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