A poesia dorme
Pra acalmar o verbo
Fazer sonhar o verso
Colorir a fantasia
E acorda no outro dia
Pra encantar o calor do sol.
Manu Kelé!
Manu Kelé: Sou Poeta, Músico, Compositor e Professor, comecei a brincar com as palavras nos intervalos do curso de História, que era festejado no Pátio Interno da UFC, com os meus amigos Eduardo Loureiro, Fabiano Piúba e a amiga Luíza de Theodoro. Formamos o grupo "Os Internos do Pátio" que se reune até hoje para encantar nossos sons poéticos.
Baião de dois
- https://open.spotify.com/artist/5lOIjIV9nUjpYL1GVi9lZf?si=k7RF06B-RiWBH-kfmnvvYw&utm_source=copy-link
sábado, 1 de novembro de 2014
Poema para Tia Luíza Jorge
Ela falava com os animais
Parecido São Francisco
Não media palavras pra dizer a verdade
Acolhia a todos com carinho na sua casa
Não parava de trabalhar
Cuidava das suas crias com empenho materno
Era uma mulher guerreira
Dessas que resiste
E só se vai quando atende ao chamado de Deus
Descansa em paz Tia Luíza!
Manu Kelé!
Parecido São Francisco
Não media palavras pra dizer a verdade
Acolhia a todos com carinho na sua casa
Não parava de trabalhar
Cuidava das suas crias com empenho materno
Era uma mulher guerreira
Dessas que resiste
E só se vai quando atende ao chamado de Deus
Descansa em paz Tia Luíza!
Manu Kelé!
Descomeço sem fim
Perdido entre palavras que ainda nem pensei,
Caminho pelo beco da vida,
Faz um silêncio de deixar tonta a poesia,
E nessa magia de encantar preguiça
Quero passar noite dia esquecido
De que nasci mortal,
Pois o mais normal é nem ser poeta
Principalmente quando a ceta do verbo aponta para um descomeço sem fim.
Manu Kelé!
Caminho pelo beco da vida,
Faz um silêncio de deixar tonta a poesia,
E nessa magia de encantar preguiça
Quero passar noite dia esquecido
De que nasci mortal,
Pois o mais normal é nem ser poeta
Principalmente quando a ceta do verbo aponta para um descomeço sem fim.
Manu Kelé!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Um só querer
Não quero mentir
Nem medir palavras
O brilho de nós ao estarmos juntos
É visto universo a fora
Descansadas horas do verbo
Constelações de emoção
E nosso coração a cada segundo pulsa um só querer.
Manu Kelé
Nem medir palavras
O brilho de nós ao estarmos juntos
É visto universo a fora
Descansadas horas do verbo
Constelações de emoção
E nosso coração a cada segundo pulsa um só querer.
Manu Kelé
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Simplesmente
A suavidade das palavras
É poesia sem esforço
Deita de preguiça
Esquece o tempo
Traça no sopro do verbo a calmaria que o silêncio necessita pra existir
E por não querer insistir em criar poema
Vou deixar simplesmente a energia do universo atravessar minha alma.
Manu Kelé!
É poesia sem esforço
Deita de preguiça
Esquece o tempo
Traça no sopro do verbo a calmaria que o silêncio necessita pra existir
E por não querer insistir em criar poema
Vou deixar simplesmente a energia do universo atravessar minha alma.
Manu Kelé!
domingo, 26 de outubro de 2014
Sul da imaginação
A sede que tenho de palavra,
Me deixa de pote vazio,
Traço voo paradoxal no céu da criação,
Mas o coração do verbo se acalma,
Com o cheiro das flores cor arco-íris
Que vêm do sul da imaginação.
Manu Kelé!
Me deixa de pote vazio,
Traço voo paradoxal no céu da criação,
Mas o coração do verbo se acalma,
Com o cheiro das flores cor arco-íris
Que vêm do sul da imaginação.
Manu Kelé!
sábado, 25 de outubro de 2014
A + B = C
Somar palavras pra dar igual a poesia é perder a magia do verso,
Peço que não se engane poesia não combina com tempo ou escravidão,
Temos é que esvaziar o coração de tudo que possa acorrentar a criatividade,
Respirar a verdade sem horas nem agonia
De um dia que nasce roçando todas as cores da inspiração na sua pele.
Manu Kelé!
Peço que não se engane poesia não combina com tempo ou escravidão,
Temos é que esvaziar o coração de tudo que possa acorrentar a criatividade,
Respirar a verdade sem horas nem agonia
De um dia que nasce roçando todas as cores da inspiração na sua pele.
Manu Kelé!
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