Espelho da palavra,
Reflexo alma,
Cores tuas...
Cruas verdades,
Mapa desejo,
Geografia nua...
Coração incerto,
Poema aberto,
Ponto coração...
Manu Kelé!
Manu Kelé: Sou Poeta, Músico, Compositor e Professor, comecei a brincar com as palavras nos intervalos do curso de História, que era festejado no Pátio Interno da UFC, com os meus amigos Eduardo Loureiro, Fabiano Piúba e a amiga Luíza de Theodoro. Formamos o grupo "Os Internos do Pátio" que se reune até hoje para encantar nossos sons poéticos.
Baião de dois
- https://open.spotify.com/artist/5lOIjIV9nUjpYL1GVi9lZf?si=k7RF06B-RiWBH-kfmnvvYw&utm_source=copy-link
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sol ambiguidade
A palavra que amargava a boca,
Deixava triste o horizonte,
Não conseguiu ser saudade ou continuar dor.
Tudo se quietou num quase vazio,
Esquecer?
Será impossível?
As vezes sinto que uma resistente poeira colorida,
Ainda borrifa minhas flores,
No meu jardim ainda há cores,
Brilhando com o sol da ambiguidade...
Manu Kelé!
Deixava triste o horizonte,
Não conseguiu ser saudade ou continuar dor.
Tudo se quietou num quase vazio,
Esquecer?
Será impossível?
As vezes sinto que uma resistente poeira colorida,
Ainda borrifa minhas flores,
No meu jardim ainda há cores,
Brilhando com o sol da ambiguidade...
Manu Kelé!
Raça humana
Todos os homens são iguais,
Todos os homens são iguais perante a lei,
Todos os homens são iguais perante a Deus,
Todos os homens são desiguais perante a política,
Todos os homens são desiguais perante a justiça dos homens,
Todos os homens são desiguais perante a ordem capital,
Todos os homens são iguais e diferentes perante a única verdade:
Somos raça humana!
Manu Kelé!
Todos os homens são iguais perante a lei,
Todos os homens são iguais perante a Deus,
Todos os homens são desiguais perante a política,
Todos os homens são desiguais perante a justiça dos homens,
Todos os homens são desiguais perante a ordem capital,
Todos os homens são iguais e diferentes perante a única verdade:
Somos raça humana!
Manu Kelé!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Querido queridinho
Se sou teu querido queridinho,
Te dou um beijo no umbigo,
Um cheiro no cangote,
Boto água e flores num pote,
Ofereço a rainha do mar,
Pra que o nosso mar de amar não seque,
Pra que todo dia a gente reze,
Pra nunca se afastar,
E no voar do pensamento,
Escrevo teu nome no vento,
E num tempo infinito mesmo por merecer
A gente nunca vai se esquecer!
Manu kelé!
Te dou um beijo no umbigo,
Um cheiro no cangote,
Boto água e flores num pote,
Ofereço a rainha do mar,
Pra que o nosso mar de amar não seque,
Pra que todo dia a gente reze,
Pra nunca se afastar,
E no voar do pensamento,
Escrevo teu nome no vento,
E num tempo infinito mesmo por merecer
A gente nunca vai se esquecer!
Manu kelé!
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ciranda Coração
Teu olhar,
Lagoa verde,
Luz mistério,
Beleza rodopio,
Mar da poesia.
Teu olhar,
Estrela guia,
Flor que contagia,
Jardim da emoção.
Teu olhar,
Sol esperança,
Na terra nova dança,
Ciranda coração.
Manu Kelé!
Lagoa verde,
Luz mistério,
Beleza rodopio,
Mar da poesia.
Teu olhar,
Estrela guia,
Flor que contagia,
Jardim da emoção.
Teu olhar,
Sol esperança,
Na terra nova dança,
Ciranda coração.
Manu Kelé!
sábado, 26 de janeiro de 2013
Flores voando
Vi as cores das flores voando pelo quintal,
Senti o cheiro da terra,
Ouvi cada pingo da chuva,
Era um tempo incontável,
Relógio descartável,
Poesia infinita...
O impossível diante de mim,
Uma minhoca acordava o dia,
Aproveitava a margia do ar,
O sorriso de Maria,
Cumpria branquinho sua oração,
As formigas pensavam o horizonte,
Tudo tinha imensa beleza,
O dia nascia com a certeza,
O sol é o olhar de Deus sobre nós!
Manu Kelé!
Senti o cheiro da terra,
Ouvi cada pingo da chuva,
Era um tempo incontável,
Relógio descartável,
Poesia infinita...
O impossível diante de mim,
Uma minhoca acordava o dia,
Aproveitava a margia do ar,
O sorriso de Maria,
Cumpria branquinho sua oração,
As formigas pensavam o horizonte,
Tudo tinha imensa beleza,
O dia nascia com a certeza,
O sol é o olhar de Deus sobre nós!
Manu Kelé!
Inegavelmente real
Nesse momento a lua tá surgindo lá no céu,
Ainda nem vi seu brilho e cor,
Mas tenho certeza que é de poesia,
Dessas que nem precisa de palavras,
É só respirar suas cores, beleza , brilho,
É só deixar sua doce energia penetrar mar do sentimento, inundado a vida com sua magia inegavelmente real!
Manu Kelé!
Ainda nem vi seu brilho e cor,
Mas tenho certeza que é de poesia,
Dessas que nem precisa de palavras,
É só respirar suas cores, beleza , brilho,
É só deixar sua doce energia penetrar mar do sentimento, inundado a vida com sua magia inegavelmente real!
Manu Kelé!
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