Sinto o cheiro do verbo
Calor textura cor,
Rima com a mor
Adoça a saudade
Faz a idade do verso se perder
Amanhece num sol sustenido
Clareia a musicalidade do céu
De verbo em verbo
A criação do poeta
Vai sobrevivendo
Gemidos risos flor sentimentos.
Manu Kelé!
Manu Kelé: Sou Poeta, Músico, Compositor e Professor, comecei a brincar com as palavras nos intervalos do curso de História, que era festejado no Pátio Interno da UFC, com os meus amigos Eduardo Loureiro, Fabiano Piúba e a amiga Luíza de Theodoro. Formamos o grupo "Os Internos do Pátio" que se reune até hoje para encantar nossos sons poéticos.
Baião de dois
- https://open.spotify.com/artist/5lOIjIV9nUjpYL1GVi9lZf?si=k7RF06B-RiWBH-kfmnvvYw&utm_source=copy-link
sábado, 11 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Ser uma flor
Queria te dar uma estrela
Clarear o céu do desejo
Navegar teu beijo
Me lambuzar do teu amor.
Queria ser uma flor
Te banhar com meu perfume
Te ascender com meu lume
Me transformar no teu luar.
Queria te dar o mar
Cores vivas encantamento
Estar em teu melhor momento
Vida inteira te encontrar
Manu Kelé!
terça-feira, 7 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
O verbo se fez verdade
O vento carrega palavras suaves
O céu colori palavras alegres
O chão afirma palavras fortes
O fogo queima palavras tristes
Tudo que existe ou existiu
Do bem ou do mal
Foi construído pela força das palavras
Acreditemos ou não o verbo se fez verdade e habitou entre nós.
Manu Kelé!
O céu colori palavras alegres
O chão afirma palavras fortes
O fogo queima palavras tristes
Tudo que existe ou existiu
Do bem ou do mal
Foi construído pela força das palavras
Acreditemos ou não o verbo se fez verdade e habitou entre nós.
Manu Kelé!
sábado, 28 de março de 2015
Mar da emoção
As palavras que ecoam
Me deixam quase surdo
O verbo silencia na hora certa,
O tempo torna-se leve pavão a voar
Quando a gente navega poesia
A loucura aflora
Não demora e um poema escorre rio de criação
rumo ao imenso mar da emoção.
Manu Kelé!
Me deixam quase surdo
O verbo silencia na hora certa,
O tempo torna-se leve pavão a voar
Quando a gente navega poesia
A loucura aflora
Não demora e um poema escorre rio de criação
rumo ao imenso mar da emoção.
Manu Kelé!
quinta-feira, 26 de março de 2015
Saudade em sóis
A saudade me toca
Flor de inverno
Chuva azul
Mar de carinho
Céu sorrindo
Girando em sóis
De plena alegria.
Manu Kelé
Flor de inverno
Chuva azul
Mar de carinho
Céu sorrindo
Girando em sóis
De plena alegria.
Manu Kelé
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