Quero a poesia das estrelas que sentem a dor e a alegria de iluminar o universo!
Manu Kelé!
Manu Kelé: Sou Poeta, Músico, Compositor e Professor, comecei a brincar com as palavras nos intervalos do curso de História, que era festejado no Pátio Interno da UFC, com os meus amigos Eduardo Loureiro, Fabiano Piúba e a amiga Luíza de Theodoro. Formamos o grupo "Os Internos do Pátio" que se reune até hoje para encantar nossos sons poéticos.
Baião de dois
- https://open.spotify.com/artist/5lOIjIV9nUjpYL1GVi9lZf?si=k7RF06B-RiWBH-kfmnvvYw&utm_source=copy-link
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Luz positiva
Minha poesia sem palavras, só quer sentir o som das estrelas atravessando a minha alma, me tornando luz positiva nesse universo sem fim...
Manu Kelé!
Manu Kelé!
Estrela fria
Era quase noite, uma estrela ainda fria, iluminava a noite chorosa, pra surpresa de todos, estava tudo molhado de alegria, pois faziam dias que a chuva caia em todo Sertão. Os sapos já começavam cantar:
"- Tião,
- Oi ,
- compraste?
- comprei,
- pagaste?
- paguei,
- Me diz quanto foi?
- Foi quinhentos rez."
O povo fez a festa, samba,forró e baião,
No coração do mundo bateu um desejo profundo,
De expressar uma grande verdade,
O povo vive a cruel realiade,
De esperar na fé a vontade de Deus!
Manu Kelé!
"- Tião,
- Oi ,
- compraste?
- comprei,
- pagaste?
- paguei,
- Me diz quanto foi?
- Foi quinhentos rez."
O povo fez a festa, samba,forró e baião,
No coração do mundo bateu um desejo profundo,
De expressar uma grande verdade,
O povo vive a cruel realiade,
De esperar na fé a vontade de Deus!
Manu Kelé!
sábado, 27 de abril de 2013
Não sei mais poesia
Não sei mais poesia!
Incistia o pensamento triste,
Riste e serio que se transformava:
Pó concreto solidão...
De dia amargura,
De noite lonjura do amor...
Tudo era sem cor,
Até que chegou a saudade,
O pensamento se renovou,
Criou uma flor amarelada,
Que tinha o cheiro da pessoa amada,
Ai num quase sem tempo repente,
Nasceu no poente,
Novo poema feliz.
Manu Kelé
Incistia o pensamento triste,
Riste e serio que se transformava:
Pó concreto solidão...
De dia amargura,
De noite lonjura do amor...
Tudo era sem cor,
Até que chegou a saudade,
O pensamento se renovou,
Criou uma flor amarelada,
Que tinha o cheiro da pessoa amada,
Ai num quase sem tempo repente,
Nasceu no poente,
Novo poema feliz.
Manu Kelé
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Sorvete de cajá
A tarde me lembra sorvete de cajá,
O sol dormindo amarelo,
Gosto singelo,
Céu boca da noite.
A tarde lembra sorrisos,
Bonitos olhos,
Sons poéticos,
Carinho amizade.
A tarde faz poesia,
Doce mania,
Boas palavras,
Amor trancendente em mim!
Manu Kelé!
O sol dormindo amarelo,
Gosto singelo,
Céu boca da noite.
A tarde lembra sorrisos,
Bonitos olhos,
Sons poéticos,
Carinho amizade.
A tarde faz poesia,
Doce mania,
Boas palavras,
Amor trancendente em mim!
Manu Kelé!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Molhando o mar de azul
Quero brilho calmo,
Salpicar de estrelas,
Bordado de nuvens...
Quero noitinha quente,
Sonho colorido,
Perfume de flores alegres...
Quero lua nova,
Poesia de olhar,
O céu molhando o mar de azul...
Manu Kelé!
Salpicar de estrelas,
Bordado de nuvens...
Quero noitinha quente,
Sonho colorido,
Perfume de flores alegres...
Quero lua nova,
Poesia de olhar,
O céu molhando o mar de azul...
Manu Kelé!
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