sábado, 10 de agosto de 2013

Salve o rio, salve o mangue, salve o Cocó


A fantasia quebrou o meu poema concreto,
O concreto tá acabando com nosso rio,
Selva de pedras, política selvagem,
Covardia capital,
Não mate o rio, homem animal,
O mal é pensar que o lucro é tudo,
Se não houver mais verde nem borboletas,
As letras desse poema vão virar pó,
Para que isso não aconteça,
Vamos todos, em todos os lugares dessa Fortaleza,
Num gesto só, fazer valer a força do povo,
Salve o rio, salve o mangue, salve o Cocó!

Manu Kelé!

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